terça-feira, 29 de setembro de 2015

Descobrindo o Significado da Perversão (Parte 5 )




Logo depois da vez que eu fiz um ménage a trois com a minha mãe Adriana e sua amiga Luciana, e depois que eu comi a minha tia Sarah, musa das minhas punhetas de início da puberdade, um sentimento diferente veio a mim: eu me sentia poderoso por satisfazer aquelas mulheres super experientes, me sentia ótimo por pegar toda aquela sede de sexo das três e competentemente sacia-las.
Até o momento eu só tinha transado com duas mulheres na minha vida: minha mãe e minha irmã Luana, sendo que o sexo tinha tornado parte do meu cotidiano, e a partir do momento que eu pude transar com mulheres novas, eu pus tudo que eu tinha aprendido até então em prática, e sem contar que transar com minha tia Sarah tinha reascendido aquela chama excitante do proibido que era o incesto.

Como disse, Luciana e tia Sarah ficaram muito mais próximas de nossa família depois disso. Naquela tarde de domingo, minha tia dormiu no meu quarto agarradinho a mim, aquele dia tínhamos passado o dia todo assistindo pornografia italiana: eu, Luciana, tia Sarah e a minha mãe Adriana. Foi uma tarde de muita masturbação e suruba. Aquela imagem de ver minha mãe chupando a bucetinha da minha tia foi inesquecível, além de algo que me fazia lembrar das minhas irmãs Luana e Sofia, e que fazia a saudade bater de uma forma inebriante.

Como vocês lembram, eu nunca tinha transado com Sofia, e ela já estava voltando de viagem com Luana, e assim não me aguentava de vontade de come-la finalmente, principalmente depois de todas aquelas seções virtuais que eu e Luana tivemos com ela no MSN, episódio inclusive de capítulos passados. Relembrando, Sofia era a mais velha dos irmãos, era de pai diferente, era ruiva, possuía discretas sardas em torno do rosto e do corpo, tinha seios médios, branca como a neve, magra, e a bunda bem avantajada.

Enquanto elas não chegavam, eu descontava minha vontade na minha mãe, passei aquela semana toda bem mais tarado do que o normal, comia ela na cozinha, no banho, de madrugada, eu não parava. Minha mãe achou engraçado minha excitação, e finalmente combinou com Luciana de conhecer a filha dela, a Natália, uma menina, linda, de cabelo loiro, quase ruivo, magrinha, seios já bem amadurecidos, aquela bundinha bem arrebitadinha e aquelas pernas cumpridas e bem torneadas.

Natália fazia cursinho pré vestibular junto com o ensino médio, era uma aluna bem aplicada, queria prestar medicina, ela era bem nerd, e gostava de video-games. Acabamos por ficar muito amigos, tínhamos gostos em comum, ela conversava bem, não era fútil, e honestamente ela me lembrava muito Sofia, o que me provocava uma luxúria desmedida. Começamos a namorar de forma muito engraçada, nossos programas eram mais divertidos do que românticos, jogávamos video-game, íamos ao cinema e víamos variados gêneros de filmes, foi a primeira namorada de fato, que eu realmente amava.

No meio de tudo isso, minhas irmãs voltaram, elas tinham prolongado a viagem por mais um mês na Europa e finalmente tinham voltado. Quando as vi, foi motivo de grande alegria, Luana me deu um beijo na boca, o melhor que eu já tive até então, é muito difícil descrever a paixão que nos beijávamos naquele momento, realmente tínhamos uma ligação muito forte. Quando vi Sofia, fiquei muito feliz, ela me elogiou dizendo que eu tinha crescido muito, ficado muito bonito, gentil, inteligente e que Luana não parava de falar de mim com saudade.

Fomos comer em família, nós quatro. Sofia fez questão de tirar a calça jeans e andar de calcinha pela casa para ficar a vontade, e lógico, ela queria me provocar, sabia que eu estava na ânsia de come-la, queria que eu ficasse louco. E fiquei.

No meio do almoço, como meu pau estava muito duro e estava incomodando dentro da cueca, desencanei e saquei meu pinto pra fora, e deixei lá embaixo da mesa. Não queria mostrar meu pênis de repente, queria que ela o percebesse sozinha meu pau latejando por ela, queria ver sua reação. Tínhamos feito várias sessões de masturbação pela internet, estava ansioso para aquilo, é como se eu fosse comer minha atris pornô favorita, uma sensação parecida da vez que comi minha tia, mas não tinha tanta comparação, Sofia era muito gostosa,muito sensual, além de ter aquele humor provocante. E além de tudo,estava triplamente excitado em lembrar da minha namorada Natália, ultimamente eu me masturbava muito pensando nas duas, estava em êxtase naquele momento.

Sofia era profissional em me provocar. Quando ela viu meu pau latejando embaixo da mesa, ela sem escrúpulo ou vergonha nenhuma se levantou e tirou sua calcinha na frente de todo mundo, pegou a cadeira que ela estava sentada e deixou-a de modo que ela se sentasse coladinha junto a mim. Ela pegou delicadamente minha mão e levou até sua bucetinha, e me disse para que fizesse ela relaxar um pouquinho. Ela continuava a comer a gelatina de limão na mesa enquanto acariciava meu saco com a mão esquerda dela e eu dedava bem devagarzinho seu clitóris. Minha mãe e Luana levavam isso com uma naturalidade de que qualquer um de fora ficaria assustado.

Ficávamos conversando em família até chegar a hora que eu repentinamente e delicadamente peguei o rosto da minha irmã e começo a beija-la. Fiquei lá desfrutando daqueles lábios como se fossem cachos de uva. Eu não era o único que estava ansioso por aquilo, Luana e minha mãe ficaram esperando muito pela entrada de Sofia naquele universo nosso que criamos, então elas se sentaram no sofá e ficaram apreciando a vista, em uma espécie de voyeur. Eu deitei um colchão que estava encostado na sala e ali começaram-se as maravilhas.

Não demorou muito para Sofia atacar a minha rola, eu estava ansioso para chupar aquela bunda, mas ela não perdeu tempo ao me deitar e dar todas as atenções para minha pica. Ela chupava devagar, parecia que ela queria desfrutar cada veia da minha piroca, como se fosse uma fruta bem suculenta da qual ela devorava e salivava bastante, meu pau já estava bem escorregadio na boca dela, deixando a sensação de que eu estava entrando nos portões do céu com tudo aquilo. Durante o boquete, ela tirou a camisa e o sutiã, ficando totalmente nua na minha frente. E logo pude ver aqueles seios que eu tanto estava ansioso, e é claro que eu pedi pra chupa-los, e chupei com todo gosto aqueles seios com aquelas pequenininhas sarnas, os peitos não eram grandes, mas eram para mim esculturais, chupava-os como se eles me alimentassem de alguma forma. Não demorou muito, e logo ela se deitou e fui foder aqueles lindos seios em uma incrível espanhola, e a cada estocada que eu dava em suas tetas, me sentia mais no paraíso. E então gozei na boca dela e ela engoliu gota por gota.

E então chegou minha vez de proporcionar prazer para ela. Ela deitou de bruços e logo comecei a massagem tântrica da qual tinha estudado bastante. Ela não parava de elogiar minhas mãos, e ficava gemendo de prazer a cada toque. Aqueles gemidos eram músicas para meus ouvidos, e logo dei uma atenção mais especial para bunda dela, apalpava-a e chupava-a com tanto amor, eu estava embebido por aquela bunda enorme, Sofia era muito gostosa e dava pra perceber que seu cuzinho tava bem dilatado. Fiquei massageando e lambendo toda aquela bunda, as coxas até chegar naquela bucetinha. Minha irmã parecia um anjo, com aqueles delicados e pequenos pelinhos vermelhos na buceta, eu chupava aquele clitóris com toda vontade, e fiquei vasculhando com o dedo até chegar no ponto G no interior de sua vagina. Fiquei dedando seu clitóris, enquanto eu chupava todos os lábios daquela vagina até chegar seu interior, Sofia estava em profundo êxtase e enfim gozou.

Deve ter demorado uns 30 a 40 minutos, essa sessão de massoterapia e masturbação que proporcionei a ela, e depois dessas relaxantes preliminares, ela gozou demais e ficou quase tonta em êxtase. Minha dedicação valeu o resultado, Sofia já estava muito alterada, o orgasmo dela foi muito intenso, ela estava nem respondendo direito às palavras. Porém, não tinha acabado, tava na hora do segundo orgasmo da noite, eu ia foder ela inteira, meu tesão estava nas alturas.

Deitei na cama e ela começou a cavalgar o cú dela sobre mim, ela era bem violenta, sentava sem nenhuma dó, enquanto isso eu ficava apalpando aqueles seios maravilhosos. De repente, deixo ela de quatro, e começo a dar mais estocadas naquele cuzinho. Fazia questão de que fosse bem profundo, Sofia gemia freneticamente. Minha mãe e minha irmã Luana continuavam a assistir e já estavam nuas se masturbando e se deliciando com a vista. A bunda da Sofia já estava vermelha de tantas estocadas, a pele dela era bem sensível.

Deixei o melhor pro final, e fui comer aquela vagininha lisinha e rosada. Eu devo ter ficado uns 15 minutos estocando naquela buceta, quando ela finalmente chega ao segundo orgasmo e eu então brutalizo o ritmo e esporro a vagina dela por inteiro, ficando totalmente melada. Quando acabamos, ficamos meio que exaustos e ao mesmo tempo ríamos a toa, tontos de prazer.

Deu uns 10 minutos e fomos tomar banho juntos, não deu outra e ela me chupou novamente no chuveiro e comi o cú dela, com aquelas violentas estocadas, gozando pela terceira vez no dia, dessa vez dentro do cú daquele corpo todo molhado. Minha primeira transa com minha irmã Sofia fora inesquecivelmente épica.

No final da noite fui para o quarto de Luana, ela estranhara porque duvidava que aguentava mais uma, e realmente não aguentava, queria dormir com ela, pois estava com saudade. E lá estava nós dormindo de colchinha. Luana me abraçou com força e ali dormimos. Realmente, nós dois tínhamos uma relação muito forte.

Sofia tinha se adaptado bem a nossa rotina de família, amo aquelas três mulheres com todas as minhas forças, o sexo era um fator que acabava destilando esse sentimento em prazer.

Outro dia, Natália, minha namorada, veio em casa, e como de costume fomos jogar videogame na sala. Durante o jogo, não pude conter minha ereção, da qual não conseguia disfarçar. Natália, rindo pra caramba, me disse: "Nossa João, seu pinto é muito grande haha, não tinha percebido". Ela continuou jogando, e tirando sarro da situação, mas quase que não tirava o olho do meu pau, e aí de repente ela então se solta e diz: "Agora eu quero pegar". Ela vai pegando minha rola por fora da calça e vai apalpando por um momento, aí então que, pra delírio dela, eu abro o zíper e saco meu pau pra fora. Ela não parava de rir, não esperava por isso tão rápido, até que ela acabou pegando no meu pau, e ficava acariciando aos poucos, como se fosse um bicho de estimação. Não demorou muito, e ela estava chupando meu pau no meio da sala, e não fazia isso como uma inexperiente, fazia isso vorazmente, como uma fera faminta devorando seu pedaço de carne. Chupava sem bater punheta, só usava a boca, subindo e descendo, usando a mão apenas para apoiar no meu pinto, triplicando os sensação de prazer. Pedi para que ela continuasse a chupar, só que com as tetas de fora, ela o fez, e continuou o boquete do mesmo jeito que fazia, sua boca era tão quentinha, ela realmente queria me impressionar. E de repente ela começa a bater uma punheta para mim enquanto ensopava meu saco com sua boca, agora ela fazia questão de que eu gozasse, aumentando o ritmo da masturbação. Foi então que a erupção de esperma começou dentro da boca dela, ela usava a porra pra lubrificar e chupar mais ainda meu pau, só que devagar, melando-o todo, até que ela secou tudinho com a língua.

Quando ela terminou fiquei chupando aqueles seios lindos, e então ela me perguntou o seguinte: "É verdade que você come essas suas irmãs?", logo me assustei e então ela disse: "Eu sei que é verdade, não tem problema, eu perdi minha virgindade com meus dois primos quando viajei na casa da minha tia na praia, fiquei lá por um mês e virei sanduíche dos dois, me sentia tão livre que não sei nem explicar direito a sensação, gostaria que aquela rotina voltasse pra mim, e fiquei viciada nessa fantasia, não precisa se preocupar". Perguntei como tinha sabido disso, e ela disse, como eu havia desconfiado, que sua mãe Luciana havia contado a ela, e só havia contado a ela porque ela tinha revelado essas fantasias de incesto com os primos pra ela, e Luciana achou que Natália ficaria interessada por esses meus segredos. Ficávamos conversando sobre isso na sala até que ela me convidou para ir para casa dela. Previamente aceitei.

O apartamento de Natália vai constituir no próximo cenário de minha história, o momento que eu coaptei a mais especial ninfa para meu universo de valquírias. Esse estranho amor acabava de começar, a primeira vez que transamos foi inesquecível pra mim, eu realmente a amava profundamente. 



























Descobrindo o Significado da Perversão (Parte 4 )



Depois da minha última experiência compartilhada por mim nessa história, que acredite, apenas se inicia, da qual eu descrevi a primeira vez que eu e minha irmã Luana transamos com nossa mãe Adriana, em uma noite completamente insana e de puro pecado, talvez vocês achem que nossas vidas se transformaram em uma grande e doente bagunça. Porém, talvez nunca existiu época de que nós três nos respeitamos tanto do que essa, nosso vínculo era muito transparente, sólido e sincero.

De fato, o sexo se tornou algo banal entre nós, como qualquer outra necessidade fisiológica, nós transávamos pelo simples motivos de gostar de transar. A pornografia perdeu aquele caráter pejorativo, era como se fosse um outro filme qualquer, isto é, como se o pornô fosse um gênero de filme, como terror ou comédia. A masturbação também fora banalizada, assim como nossa nudez. Ou seja, com o sexo não sendo mais um tabu, se tornamos mais autênticos e felizes.

Depois de um ano do último episódio, minha irmã Luana completou 18 anos e foi viajar pro Canadá, onde minha irmã Sofia estava terminando o intercâmbio. Elas iam viajar para os EUA para se divertirem e ficar lá durante 1 mês, para depois as duas finalmente voltar para casa. Aqui no Brasil, acabei passando mais tempo com minha mãe, e eu realmente adorava isso, saímos para alguns lugares, foi muito agradável.

Só que uma dessas saídas me marcou muito. Eu e a minha mãe fomos para uma dessas baladas sertanejas, da qual só entrei porque estava acompanhado da minha mãe. Estava tocando um show de alguma dessas duplas famosinhas, confesso que nunca me interessou esse gênero de música. O que me impressionou foi a quantidade de mulheres que existia no lugar, realmente estava em um lugar repleto de desejo e luxúria, as pessoas não vão pra esses lugares apenas pela música.

Minha mãe estava linda, toda decotada, como vocês sabem ela é loira, já com seus 43 anos, e, confesso, com algumas plásticas, tinha feito lipos e aplicado silicone, e esbanjava uma bunda naturalmente grande. Fui dançar com ela, e já estava de pau duro. Ela sempre quis me ensinar a dançar, e de vez em quando fazia isso em casa, ela só queria me levar para praticar um pouco. Aquela dança agarradinha era um tesão, não resisti e a encoxei por trás com firmeza, e não resisti para lamber sua nuca, acabamos por se beijar muito. Aquele momento de estarmos em público se tornava mais excitante, até que fomos até o banheiro feminino, onde lá sentei e ela começou a chupar minhas bolas, ela ensopou meu pau, ela chupava tão devagar que era como se eu tivesse no céu, ela cuspia no meu saco e encharcava-o, era uma delícia.

E de repente, para meu susto, entra a amiga da minha mãe dentro do banheiro, a Luciana. E ela entra já dizendo: "nossa Dri a rola do seu filho é linda, do jeitinho que você me falou. Quem ia adorar ver isso era a tia dele". Quando ela disse isso, estava até envergonhado, mas algo de nostálgico veio a minha cabeça, minha tia Sarah foi das minhas primeiras fantasias sexuais, muito antes dessa toda história de incesto acontecer. Ela era uma tia muito próxima a mim, conversávamos muito, dormíamos até na mesma cama quando eu era muito menino, nos dávamos muito bem. Confesso que comecei a me interessar sobre pornografia de incesto na adolescência por causa dela.

Luciana era uma mestiça, de pai japonês, porém não tinha olhos puxados, tinha 38 anos, divorciada, era baladeira, tinha apenas uma filha adolescente chamada Natália, cabelos tingidos de ruivo natural, seios médios, magrinha e um bum bum delicioso. Confesso que ela sabe exatamente como tratar uma pica, fez uma espanhola maravilhosa em mim, chupava com aquela gula de quem ama o que faz. Porém, confesso que enquanto ela me chupava, eu ficava imaginando minha tia Sarah, aquele tesão havia me tocado novamente.

Voltamos para festa, porém ficamos muito pouco. Saímos para casa da Luciana e lá trepamos muito. Luciana estava louca para transar comigo, minha mãe tinha contado o segredinho pra ela, e ela ficou extasiada. Quando comia aquele rabo maravilhoso ficava imaginando a minha tia, quando ela cavalgava na minha rola era o que mais eu fantasiava. Quando acabamos o menage a trois, com algum tom de comicidade, comentei que quando eu tinha 13 anos adorava bater punheta pra minha tia, todas riram muito e disseram que a Sarah era a maior papa anjo.

Minha tia Sarah tinha cabelos castanhos, era branquíssima, olhos verdes, não tinha filhos, tinha 39 anos, totalmente independente financeiramente, sempre foi solteira, era baladeira demais, magrinha, e tinha posto silicone nos seios recentemente.

Voltamos para casa, levando Luciana para passar um tempo com a gente, era Domingo. E, como vocês já devem estar esperando, elas chamaram a minha tia, que já estava com um pouquinho de ressaca, para passar a tarde. Quando revi minha tia, meus hormônios viraram um turbilhão.

Luciana, louca do jeito que era, falou para Sarah que nossa família tinha adotado a filosofia nudista, ou naturista, como modo de vida, e minha mãe entrou na dança, já que não era bem uma mentira. Luciana foi e tirou toda roupa, para os risos de todos, pois todos haviam se surpreendido com tal atitude. Minha mãe fez o mesmo, minha tia ficou impressionada com a irmã dela, rindo demais. Logo após, disseram para eu tirar a roupa, e então o fiz, mas para surpresa, talvez da minha tia, eu estava com meu pau duríssimo. Minha tia então ficou embasbacada, pois ela não sabia se corria ou ficava lá olhando isso. Eu pedi desculpa para ela, e perguntei se ela não queria que eu me retirasse ou algo do tipo. Ela acabou tirando sarro de mim, dizendo que com tanta mulher bonita por perto era natural, e disse: "Nossa você está bem crescidinho, você está lindo". Quando ela disse isso, Luciana pegou bem rapidamente na minha pica começando uma masturbação e poucos segundos depis soltou meu pau e me abraçou, só pra provocar minha tia, todo mundo ficou rindo dela, dizendo o quão ela era tarada.

Sentamos para conversar, todos nus, menos a minha tia, meu pau deixou um pouco de ficar rígido. Conversa vem e vai, até que depois de muita insistência minha tia tira roupa. E ela percebe que meu pau ficou uma rocha depois disso, ela parece se constranger, porém ela ficava olhando muito para a minha rola e aí disse "Nossa, parece que seu filhinho tarado ficou animadinho comigo", minha mãe então respondeu, pra espanto de sua irmã, "Ele tem uma rola linda, né? Depois quando vi o quanto ele cresceu fiquei viciada nele" e começou a me masturbar. Vou tentar reproduzir mais ou menos o que foi dito depois disso:

- Cara, você transa com seu filho?
- O tempo todo. Por que? Você também adora trepar com aqueles garotos mais jovens.
- Sim, mas isso é muito estranho!
- Sim, eu sei. Mas agora não me preocupo mais com isso. Olha pra ele, já é um homem, muito educado, trata todo mundo com muito respeito, ele é lindo, tem essa rola abençoada. Por que eu vou ficar me preocupando em como os outros iriam achar de mim? Sarah, você nunca se preocupou do que os outros diziam, sempre foi independente, trepava com quem bem entendia, tava nem aí para as críticas da família, enquanto eu era aquela que casou e se preocupava com a opinião alheia. Hoje eu não to nem aí mais pra isso, Sarah. Apenas.

Minha mãe dizia isso, ainda me masturbando bem lentamente, como se tivesse massageando. Minha tia, ficou quieta, ouvindo-a, junto com a Luciana. E então minha mãe volta a falar:

- Você me entende Sarah?
- Claro, quem sou eu para ser moralista com você. Eu não sei o que faria no seu lugar, e por esse motivo não a culpo.

Minha mãe tira a mão da minha rola, se levanta e diz:

- Sabe, meu filho me disse que começou a se interessar por sexo, idealizando você, com mais ou menos 13 anos. Ele acabou de contar para gente.
-An? disse espantada e dando risada.
- Maninha, ele não é diferente dos anjinhos que você vive pegando, e eu sei que essa rola é fora de sério. Aproveita, vai.

Luciana e minha mãe Adriana saem da sala, e me deixa sozinho com minha tia. E ela vem, com tom de alguém muito confusa ainda, e me fala.

- Cara, você era o sobrinho que eu mais conversava, praticamente te vi nascer. Nunca pensei ver uma situação como essa.
- Pois é tia, Pra falar a verdade eu sempre esperei para uma situação como essa. Desculpe a franqueza.
-Você não namora? Você é lindo, eu já sou velha. Por que você quer isso comigo? - Ela dizia tudo isso olhando para minha pica.
- Não tenho, tia. Perdi minha virgindade com minha irmã, e faço sexo com as duas. E tudo isso começou com você.

Ela se espanta mais uma vez. Aí então pedi que se levantasse do sofá e dei um abraço nela, dizendo palavras bonitas ao pé do ouvido. Acabei encostando meu pau duro nas coxas dela e senti seus mamilos ultra enrijecidos durante o abraço, então sem dizer mais nada a beijei. Ela depois de alguns segundo corresponde violentamente o beijo, enquanto pegava firmemente no meu pau.

Logo percebi que ela gostava mesmo era de sexo selvagem, ela abaixou e chupou meu pau como se fosse uma cadela faminta, com velocidade ela jogava minha rola entre as bochechas como se fosse uma grande e suculenta comida. Ela pega aquelas tetas grandes dela e me proporciona uma inesquecível espanhola, que tetas incríveis.

Sarah era realmente gostosa, trepava com felicidade de viver, era outra viciada. Comecei chupando seus seios como se fossem um alimento para minha sobrevivência, ou algo do qual cobiçava em comer a anos, desci e chupei seu clitóris enfiando meu dedo procurando e encontrando o ponto G dela, fiquei lá um bom tempo até que ela já tinha tido o orgasmo. Nossa ela já estava em êxtase, tinha estudado massagem tântrica para trepar com as meninas e a tia Sarah já estava em transe.

E eu só estava começando, e então foi a vez do cuzinho dela, que já estava bem dilatado por sinal. Comecei chupando aquela bunda que eu tanto queria chupar quando era mais novo,aí então ela ficou de quatro enquanto eu surrava o cú dela, estava descontando todos aqueles anos de punheta naquele momento, ela gemia descontroladamente, a sensação de comer o cú de quem um dia muito desejou foi demais para minha vaidade, comia aquele cú sem parar.

A bunda dela já estava vermelha de tantas estocadas, mas não queria gozar, pedi pra que ela cavalgasse com a buceta na minha rola. E ela não me deu boi, cavalgou violentamente enquanto eu chupava os peitos delas, eu gemia guturalmente. Ela estava quase no segundo orgasmo, joguei ela de encontro o sofá e desci a lenha sem dó, com muita violência eu dava minhas últimas estocadas. e então gozamos quase juntos, ela gozou segundos depois de eu ter esporrado a boceta dela inteira, e sentido aquele líquido quente dentro dela. Quando acabamos ela ficou chupando meu pau melado, muito devagarzinho. Estava completada minha fantasia.

Minha mãe Adriana e sua amiga Luciana tinham assistido tudo de longe. Depois daquele episódio Sarah e Luciana ficaram muito mais próximas da gente, até que eu acabei namorando a filha de Luciana, a Natália, que tinha seus 16 anos, linda, de cabelo loiro, quase ruivo, ela que acabou significando muito na minha vida, sendo muito especial. Porém, isso vocês vão ficar sabendo nos próximos contos, minhas irmãs voltarão de viagem e tudo vai ficar cada vez mais instigante, uma experiência completamente transcendental.
















Modelo muito parecida com minha tia Sarah, só falta o cabelo castanho





Descobrindo o Significado da Perversão (Parte 3 )


Depois da noite com as minhas duas irmãs, a minha índole tinha mudado, tinha descobrido que limite é uma fronteira criada apenas pela mente, e por isso não me sentia culpado por nada, pelo contrário passar dos limites era muito excitante.
Realmente, meu estilo de vida não interfere a vida de ninguém, a partir desse momento deixei de me preocupar, minha consciência era limpa e feliz.

Duas semanas do ocorrido do tratado pelo último conto, fiquei conversando sobre esse assunto com minha irmã Luana, era uma sexta feira de madrugada, estávamos assistindo um filme enquanto se masturbávamos. Nossa mãe chegou era 1 da manhã, sai correndo pro meu quarto e tentei dormir, mas não consegui. Minha mãe checou os quartos para ver se estava todo mundo em casa e foi tomar banho. Sem sono, fui até cozinha para tomar uma água, voltando pro quarto vejo a porta do quarto da minha mãe Adriana entreaberta. Ela estava secando o cabelo com uma toalha, e sua bunda estava à mostra. Imediatamente, desliguei a luz do corredor e fiquei lá admirando, como só estava de cueca, saquei o pinto pra fora e fiquei me masturbando olhando para aquela bunda perfeita. Que mãe gostosa que eu tinha, fiquei imaginado como seria fazer sexo com ela, que bunda mais redondinha. Quando ela terminou de secar o cabelo voltei para o quarto terminar minha punheta e fui dormir.

Naquele dia fui dormir pelado, me enrolei com o cobertor e deixei meu pênis a mostra, fiquei fantasiando passar a noite com a minha mãe,e claro que eu queria provoca-la. De manhã, ao entrar no meu quarto, minha mãe viu logo a cena. Como de costume de qualquer homem, meu pau tinha acordado de pau duro, e como tenho sono leve percebi que minha mãe estava dentro do quarto para pegar alguma roupa suja. Ela ria e olhava ao mesmo tempo, enquanto eu fingia que dormia, provavelmente ela não esperava que seu menino iria crescer, aquele moleque que ela já trocou as fraldas hoje tinha um pênis adulto, já grande e cheio de veias. Ela fica um bom tempo olhando e rindo antes de sair do quarto.

Bom, minha mãe Adriana era loira, e pessoalmente uma das mulheres mais gostosas que conheci. Ela já havia tido três filhos e é divorciada de dois maridos. Seu último divórcio (com meu pai e de Luana) tinha feito bem pra ela, ela era uma mulher totalmente independentemente que trabalhava duro todos os dias em um escritório de publicidade para nos sustentar, aplicando nossa pensão em um fundo para que nós usássemos quando completássemos 18 anos. Ela fez algumas lipos, colocou silicone, teve uns namorados, tinha mudado de vida. Ela estava linda,com 42 anos, tinha uma bunda maravilhosa, cabelos loiros, olhos claros e um corpo lindo.

Como estava animado, coloquei uma cueca um pouco justa e fui tomar café. Quando cheguei a cozinha fui alvo de risos da minha mãe e da minha irmã, minha cueca estava estufadíssima. Nem dei bola, adorei a atenção recebida. Luana para me provocar disse: "Nossa João, seu pau tá bem grande, parabéns haha". Quando ela disse isso minha mãe não parou de dar risada, ela dizia "Que absurdo menina, tá louca? haha".

Fui tomar banho de porta aberta, Luana foi de encontro ao chuveiro para conversar comigo. Ela disse se estava querendo provocar a mãe, estava dando certo, que ela estava bastante saidinha. Ela me disse que eu tinha que tocar a vaidade dela, que ela deveria se sentir desejada. Me contou que fora de casa ela era sexualmente muito bem resolvida, então se fizesse tudo certo poderia rolar.

Voltei para o meu quarto e fui tirar um cochilo. Claro que estava pelado, deixei um cobertor sobre mim com meu pau à mostra novamente. Por algum motivo,como esperado, minha mãe voltou ao quarto, ela ficava olhando meu pau do qual só ficava mais duro na presença dela. De repente, pro susto dela, tirei o cobertor e me levantei, ela ficou envergonhada e rindo muito dizendo para eu esconder. Me fazendo de sonolento, ficava dizendo para parar de besteira, que já havia até trocado minhas fraldas, e que eu só tinha crescido. Disse: "Poxa, você é minha mãe, você é a última que deve sentir vergonha de mim", me aproximei e dei um beijo no rosto dela, com meu pau encostando na coxa dela, e disse "Te amo, mãe", ela arrepiou e sorriu, depois voltou a olhar pro meu pau por um tempo, e saiu do quarto debochando de mim.

Comecei a achar que ela era igual a mim e Luana: viciada em sexo. Não no sentido ruim e doente, mas no sentido bom. Comecei a me sentir desejado, ela olhando pro meu pinto daquele jeito, impressionada com o filho ter crescido. Já sabia que ela era bem liberal, afinal quando minha irmã Sofia assumiu a bissexualidade, ela aceitou com naturalidade, porém estava querendo descobrir o outro lado mais obscuro dela.

Na tarde daquele sábado, ela me chamou pra conversar sobre o acontecido. Disse que era normal na minha idade, mas eu deveria controlar os hormônios. Perguntou se estava namorando e tal. Disse a ela que era virgem, pois só havia transado com minha irmã mesmo, não ia contar isso né. Bom, então ela me disse que qualquer coisa que me aborrecesse, poderia desabafar com ela, pois antes de tudo era minha amiga. Vou tentar reproduzir o diálogo que tive naquela hora:

- Mãe, posso ser franco com você?
- Mas é claro...
- Sinto muita atração sexual por você.
- An? Disse minha mãe completamente espantada.
- Mãe, eu não quero ofender a senhora. Seria muito errado eu achar você a mulher mais sensual do planeta para mim? E também me masturbar dia e noite pensando em você? Pode ser errado mãe, mas não sou hipócrita. Te amo como mãe, porém você é uma mulher e muito atraente.

Ela pareceu estar aborrecida no começo, porém acabou sendo até compreensiva comigo, tentando me aconselhar. Eu não insisti em nada, só queria dar aquele gosto de ser desejada com força, mexer com a vaidade dela, principalmente se tratando de um menino mais jovem. Pedi desculpa pela franqueza e de alguma forma ficamos mais próximos. Dei um beijo e um abraço nela, e não pude conter minha ereção.

No final daquela noite fui assistir com Luana um filme na sala, coloquei um colchão no chão e fiquei comendo pipoca deitado com minha irmã. Minha mãe se sentou no sofá e começou assistir o filme, então convidei ela a deitar-se. Ela demorou, mas acabou se deitando.

O filme era Estranho no Ninho com Jack Nicholson. Eu já estava sem cueca no meio das duas. No final todos acabaram dormindo. Minha mãe abraçou meu peito e dormiu agarrado a mim. De repente, sou acordado com um boquete entre os cobertores, era Luana me provocando, salivava fazendo barulho, chupava minhas bolas, e fazia bem devagarinho, até que ela para subitamente, se levantou totalmente nua e disse que ia tomar um banho e já voltava.

Com tesão, começo a acariciar o pescoço da minha mãe até que ela acorda com um sorriso. Aí eu disse pra ela: "Mãe, porque você não admite que é igual a mim, eu via você me observando no meu quarto, eu sei que você sente a mesma coisa. Nós nos amamos, e isso nunca vai mudar, eu tenho orgulho de você pelo todo duro que você dá pela gente. Não é uma atração sexual que vai mudar isso, não seremos namorados e sim o que sempre fomos". Ela apenas ficou prestando atenção, olhando fixamente para mim. E eu complementei: "Não é errado, nós não prejudicamos ninguém, a sociedade é complexada exatamente pela sua hipocrisia e eu não sou hipócrita". Em seguida tomei a iniciativa e beijei minha mãe suavemente, mas logo ela se animou quando acabei encostando meu pau em suas coxas até ela pega-lo com firmeza.

Eu tinha conquistado minha mãe, estava beijando-a com toda paixão, enquanto ela me masturbava lenta e firmemente. Fui logo chupar aqueles seios siliconados, sentia aqueles mamilos enrijecidos, chupava-os como um bebê faminto enquanto eu esfregava o clitóris dela de forma selvagem com os dedos. Ela soltava os primeiros gemidos, mas disse que não aguentava mais a vontade de chupar meu pau.

Sentei no sofá e ela começou a me chupar, ela é ótima naquilo, tão boa quanto Luana, salivando de forma incrível, devorando famintamente como se fosse um pedaço de comida, ela dizia " Que pinto maravilhoso, nem acredito que eu tenho isso dentro de casa, se eu soubesse, teria feito isso muito antes". Ela chupava minhas bolas, me masturbava, ela estava muito empolgada.

Quando minha mãe terminou o boquete, percebeu que a sua filha Luana estava bem atrás dela, pelada e se masturbando no outro sofá. Minha mãe teve um baita susto, esbugalhando os olhos. Luana levantou e veio em direção a nós, eu beijei Luana apalpando sua bunda como se fosse um animal. Minha mãe estava boquiaberta.

Cheguei perto da minha mãe Adriana e disse "eu e Luana estamos nisso faz uns cinco meses, mãe". Luana veio e a abraçou muito forte minha mãe. Cheguei por trás da minha mãe e meti meu pau entre as coxas dela, comecei a devorar a nuca dela, enquanto Luana a beija repentinamente.

Luana a masturbava enquanto eu colocava meu pinto na entrada do cú dela. Mamãe era toda depilada, provavelmente ela era bem ativa sexualmente fora de casa.

Mamãe sai do choque e pega Luana e a deita na cama e começa a chupar a buceta dela. Fiquei extasiado, peguei minha mãe de quatro e comi a cú dela com violência. O cúsinho dela estava bem dilatado, ela era uma viciada igual a mim, igual a Luana,e igual a Sofia. Ela e Luana gemiam sem nenhum pudor, aquele cú era maravilhoso.

Luana então me disse: "Temos que fazer a mamãe gozar, me come um pouquinho que eu vou chupa-la e depois você termina".

Peguei minha irmã de quatro e comia bem calmamente aquela bucetinha angelical, aquela bundinha branquíssima ficava vermelha de tanto contato, enquanto isso ela chupava minha mãe, dizendo: "Fazia tempo que eu não chupava uma vagina, é maravilhoso, me lembra os velhos tempos com Sofia, você tem a bunda grande como a dela". Ela devorava aquela vagina, parecia um animal devorando outro animal. Era o cenário do paraíso.

Então quando minha mãe estava bem estimulada, eu fui comer a buceta dela,ela tinha que gozar. Minha irmã, voltou a se masturbar nos olhando. A possui e a cada estocada para mim significava o meu sucesso com o meu objetivo. Aumentei o ritmo, e ela começa a sentir orgasmo. Ela gemi guturalmente conforme minha violência do qual eu metia até que ela goza no meu pau. Aumentei o ritmo ainda mais e esporrei a vagina da minha mãe, deixei ela toda melada.

Luana engoli minha porra, lambendo a bucetinha da minha mãe como se fosse uma cadela esfomeada pela comida, enquanto minha mãe fica chupando o meu pau melado. Nós nos deitamos exaustos, mas ainda tive forças de dedar a bucetinha da minha irmã até ela gozar também. Finalmente dormimos, todos pelados e abraçados no colchão do chão da sala.

Esse episódio marcou uma mudança de filosofia de vida da minha família. Éramos felizes, éramos unidos, éramos cúmplices. Minha mãe acabou passando mais sexta-feiras a noite conosco. Ninguém sentia culpa, porque éramos mais autênticos e vivos.

A história começa ficar cada vez mais diferente e excitante, principalmente quando Sofia, a menina que começou tudo isso, volta do Canadá. A Perversão deixou de ter significado ruim, agora aquilo era nossas vidas.















































Essa modelo lembra muito minha mãe Adriana